Primitivamente, havia, no alto do espigão sobre o Vale do Anhangabaú, uma capelinha a datar de época distantes. Reconstruíam-na diversas vezes. Diz Azevedo Marques que lhe ignora a data de fundação. Sabe-se contudo que a Igreja que lhe sucedeu foi concluída em 1794, celebrando-se a primeira missa em Janeiro de 1795. E acrescenta aquele autor que se lhe deve a conclusão, ""aos esforços e donativos de vários cidadãos daquela época, entre os quais muito se distinguiu o Tenente Coronel Dr. José Arouche de Toledo Rendon, porque deste encontramos documentos nos livros e arquivos do tombo da Paroquia da Sé. Essa Igreja, que saiu da capelinha e que era dedicada à Nossa Senhora da Conceição de Santa Ifigênia, como tantas outras, se encontrava em estado precário em 1841, ou seja , no tempo em que eram ainda as municipalidades que cuidavam de sua construção. Não obstantes os estragos auferidos, resistiu ela às interpéries, só vindo a Ter a sua fachada inteiramente reformada muitos anos depois. Por fim demoliram tudo, no seu lugar edificaram o templo que ora lá existe. Quando da desapropriação da antiga Sé, o culto diurno passou a ser feito nela. A fotografia foi tomada na primeira década do século, já no início da demolição da Segunda Igreja de Santa Ifigênia. À direita, a antiga Rua da Conceição, Av. Cásper Líbero, por Ter ali funcionado durante muito tempo, A Gazeta, de que foi diretor, Cásper Líbero, à extrema esquerda, a Rua de Santa Ifigênia, Vê-se, do lado esquerdo da Igreja, o seu frontispício já quase que inteiramente destruído. Foto tomada no início das obras de demolição.